Húmus

(Livros do Mal, 2002)

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O Húmus fez minha glândula pineal sambar sob a luz do sol. O verdadeiro autor pode se orgulhar do pseudônimo e deve tomar cuidado para que a verdadeira criatura não o engula. Invejável.

Joca Reiners Terron

Nos pequenos contos de Paulo Bullar reunidos em Húmus, muitas vezes os personagens são animais. Mas, ao contrário da fábula tradicional, são os homens que saem animalizados.

Bernardo Carvalho, revista TPM

E não é difícil ‘gostar’ ou, ao menos, sentir qualquer coisa – surpresa, pânico, nojo, prazer? – pela literatura de Bullar. Sua narrativa, segundo escreve, movida a “tabaco com ácido onírico e pó-de-estrela” guia os olhos do leitor por uma viagem ora banal e bucólica, ora fantástica pelo mundo animal. É como assistir ao Discovery Channel. Dirigido pelo David Cronenberg.

Diego Assis, Ilustrada/Folha de S. Paulo

Imagens de sonhos, pesadelos e situações surreais como aves assassinas sobrevoando o tráfego, mulheres grávidas de lagartas e ratos gigantes dão o tom apocalíptico ao livro.

Carlota Cafiero, Correio Popular

Restos da adolescência.

Tenente-coronel Afonso Lopes de Rezende

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Livro físico

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À espreita: animalidades em Hotel Hell, Húmus e Ainda Orangotangos, por Vinícius Edilberto Prinstrop (dissertação de mestrado – UFRGS)